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Novo Fim segunda-feira, agosto 24, 2009

Posted by Brayan Neves in Nada.
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Fico surpreso como meu blog sem atualização recebe em média de 3 a 7 visitas por dia. Então vou informar sobre meu início de período aos meu leitores invisíveis.

Este período eu estou tentando ser mais estudioso que nos outros passados, o problema é morar em Ouro Preto, que uma semana antes de começarem as aulas teve festa todos os dias e da mesma forma na primeira semana inteira.

Não que eu esteja achando ruim, mas parece incontrolável a vontade de sair pra festas no início, meio e fim de período. No final das contas, a questão dos rock’s até que foram boas, mas nem sei dizer se o balanço da semana foi positivo ou negativo, começando do meu celular que morreu até meu computador que quase afogou, escrevendo isso agora que eu vejo também o quanto sou materialista também.

Creio que eu tenha conseguido algumas amizades novas, de pessoas que já conhecia, conheci muita gente diferente (principalmente as calouras, hehe…).

Bom, agora mudei de quarto na república, fui pra um canto mais quieto pra ver se consigo me concentrar melhor.

Período novo, quarto novo, novas amizades, vida nova… O tempo da boa safra está chegando.

Saúde domingo, agosto 2, 2009

Posted by Brayan Neves in Nada.
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Hospital é um lugar que eu odeio ir, acordo cedo vou para o pronto socorro, uma espera de aproximadamente 5 horas até ser atendido. Realmente já não sabia o que fazer para passar o tempo sentado naquela cadeira de espera.

O pior de tudo que mesmo você estando doente o tempo todo você vê alguém pior entrar na sua frente na fila, presenciei vários casos, de uma menina que estava brincando com sua amiguinha e caiu em cima de uma armação de ferro que literalmente rasgou sua perna. A garota havia sentado do meu lado e quando a mãe dela perguntou o que houve,ela nem conseguia falar.

Outro caso em q uma menina de uns 3 anos foi atingida na cabeça por um carro em movimento e a mãe só foi levá-la no hospital quando a menina havia desmaiado em casa um dia depois.

Houve outros casos que prefiro não falar aqui pra não deixar o post com um ar sanguinário. Em fim fui atendido e tive uma consulta de 10 minutos, o médico pediu para tirar umas radiografias. No caminho dentro do hospital passei por dois lugares totalmente diferentes: Uma enfermaria em pleno corredor, onde você via todo tipo de sujeita que um humano pode causar e alguns faxineiros limpando, era duro ver no olho de cada pessoa uma enfermidade e não poder fazer absolutamente nada, havia velhos, jovens e crianças naquele corredor.

O corredor logo a frente era perto da maternidade, onde podia se ver no rosto das pessoas a felicidade do novo parente chegar, o choro dos bebes já era música para os meus ouvidos, talvez seja a parte feliz de um hospital. Mas isso não muda o fato de eu odiar ter que ir a um.

Por fim, estou com sinusite e comecei meu tratamento. Quase duas semanas depois me sinto pior do que nas semanas passadas, acho que terei que voltar naquele lugar de novo.

Motivação terça-feira, julho 21, 2009

Posted by Brayan Neves in Nada.
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Me perguntaram outro dia porque eu escrevo um blog. Na hora eu respondi que é porque eu gostava de escrever algumas coisas aleatórias que me ocorriam. Mas depois que parei pra pensar eu cheguei a conclusão de que na verdade eu escrevo talvez por conta de meia dúzia de apáticos leitores invisíveis que me acompanham ou querem saber alguma coisa sobre minha vida.
A verdade é que nada deveria acontecer daquela forma. Precisava vê-la de alguma maneira e sabia que ela estaria lá, faltavam apenas uma hora para o espetáculo e eu decido ir.
 
A aquela altura do campeonato arrumar uma companhia seria muito difícil e acabei optando por ir sozinho mesmo, afinal eu nem queria saber do que se tratava a peça na verdade, eu só queria vê-la mais uma vez. Talvez conversar um pouco quem sabe.
 
O fato é que fui tomar um banho e em uma ultima esperança de uma companhia, qualquer uma mesmo, apenas pra não ficar sozinho, dei um grito na república: “To indo no teatro, alguém tá afim?”. Apenas o silêncio durante uns 2 segundos e as vozes na cozinha continuavam. Durante o banho pensei em algumas possibilidades e nada de viável saiu, mas ainda assim estava motivado a ir. Ao sair do banho e me arrumar uma pessoa vem a mim dizer que me acompanharia.
 
“Me dá só um minuto para me arrumar”. E foi ai que tudo começou. Ela estava ali pelo simples fato de que faria naquele final de semana uma prova de vestibular, e realmente eu não esperava a companhia dela naquela noite, quando pensei em qualquer companhia, eu me referia a pelo menos uma conhecida, mas não foi ruim. Saímos de casa já atrasados e aproveitei o curto tempo para conhecer um pouco da minha nova companhia.
 
Como era de se esperar chegamos ao teatro e quase fomos barrados na porta por conta do atraso. Pra minha sorte foi uma otima peça mas não consegui fazer o que queria fazer. Até vi quem eu queria ver mas de longe.
 
O espetáculo acabou e eu sem mais o que fazer acabei sendo convidado a dar um passeio pela cidade que tanto fascinava, a muito tempo eu já não via Ouro Preto como foi naquele dia.
 
Repetimos a dose por mais dois dias, e no terceiro vem a despedida. Confesso que gostei muito dela mas acabo de ter que voltar pra minha terra natal com talvez um peso de não ter cumprido meu objetivo, mas ponderando as compensações desse grande final de semana.

Nostalgia terça-feira, julho 14, 2009

Posted by Brayan Neves in Nada.
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Desde o fim das eleições do diretório eu já estava doido para que o período acabasse para eu poder curtir minhas férias. Mas acontece que desde aquele dia muita coisa aconteceu, e finalmente hoje que realmente acabou eu sinto que não vou curtir o quanto queria.

Eu já a conhecia há algum tempo e sempre ficávamos numa verdadeira conversa silenciosa de olhares, apesar disso, eram raras as oportunidades que tínhamos. E foi em um espetáculo na semana de Artes aqui que o rolo de fato começou.

Saímos de uma apresentação que nem me lembro mais o nome e nos encontramos na porta. Foi inevitável uma conversa, e ela me chamou para ir ao bar do festival com ela, pois estava sozinha, mas muito afim de ir. Como no dia seguinte eu só tinha uma prova a qual eu não tinha se quer estudado, resolvi acompanha-la.

Aconteceu tudo o que deveria acontecer e no dia seguinte quando acordo em um teto nada familiar, percebo que já a havia perdido o horário da prova, motivo o qual tive hoje a ultima prova (substitutiva da que não fiz).

Passamos a nos ver com mais frequência desde então, até que ela me liga no fim de semana dizendo que iria embora passar as férias em sua cidade e me chamou para ir num show do festival de inverno com ela. Até brinquei dizendo a ela que estava aqui até hoje por conta da prova que perdi aquele dia por conta dela.

Como combinado de nos encontrar no local do show, ela ligaria para mim quando chegasse, pois iria se atrasar um pouco. Eu não vi mal algum nisso até chegar lá num lugar extremamente cheio (não como nos últimos dias que havia ido).

Comprei uma garrafa de vinho (cantinão mesmo) e fiquei esperando ela ligar, até que olho para um lugar não acreditando no que via. “Mi” era uma garota que conheci a muito tempo, e confesso que já tivemos lá nosso momento, realmente não a via a anos e ela veio conhecer o Festival de Inverno. “Mi” estava com um grupo de turistas da faculdade dela e não foi muito difícil se perder deles.

Conversei com ela por um bom tempo e relembramos coisas e por ai vai, mas acontecia que o show já estava pra acabar quando me despedi dela e nada da garota com quem havia marcado.

Fui olhar as horas no celular e me deparo com 9 chamadas não atendidas. 2 do pessoal da república, 1 da minha mãe e o restante dela. Retornei a da república, eles haviam ligado pra avisar que estariam no show. Quando fui retornar a dela, ela não atendia.

Depois da terceira tentativa eu paro de ligar. Resolvo encontrar o pessoal da república e no meio do caminho acho algumas amigas dela. Pergunto se elas a haviam visto e me disseram que ela não veio e que eu não deveria procurá-la.

O pior deste tipo de situação é que mesmo não tendo “culpa no cartório”, você acaba se sentindo mal. Ao contrário do conselho de suas amigas, fui procurá-la, afinal ela iria embora no próximo dia e com certeza não teria outra chance se não fosse essa. Ela de fato havia ficado sozinha em casa, porem estava arrumada para sair ainda, me convidei a entrar, ela concordou.

O que mais me emburresse no mundo feminino é o fato de que “amigas” tem algum tipo de dom de distorcer a realidade alheia, principalmente quando uma delas não vai com sua cara. Mesmo depois de uma longa conversa mais defensiva (de ambos os lado) que tudo, resolvemos “o problema”.

O fato agora é que eu queria poder curtir minhas férias aqui, ainda mais com o Festival de Inverno rolando, mas realmente, talvez seja mania de perseguição, mas sempre que vejo um conhecido em comum dela eu sinto como se estivessem me vigiando. Mas como sempre digo, “vamos deixar rolar”.

Suscetibilidade quinta-feira, julho 9, 2009

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Agora sempre que pendo em escrever “é estranho como…” no início de meus textos, acho que o que aconteceu e eu achei estranho, talvez por ser um tanto diferente que tenha acontecido comigo, é uma coisa realmente normal.

Mesmo sendo feriado e eu falar que não faria nada hoje,  após receber a noticia de que não havia passado em uma cadeira eu fui à universidade para conversar com o professor, ele me deu a chance de fazer um trabalho pra amanhã em troca dos meros décimos restantes.

Obcecado por ter de concluir essa cadeira, sentei de tarde para começar o trabalho, fiz uma pausa pra ver o jogo do cruzeiro e quando acabei e olhei a hora, já se passava de 5h da manha. Acho que muita coisa se passou nessas treze horas.

Um exemplo foi que, eu estava aqui tranqüilo fazendo meu trabalho, apesar do som alto ligado, o pessoal me chama. Desço pra ver o quê era, e uma garota aponta pra mim e diz “vem!”, eu falo sério quando eu digo que relutei, as coisas não são bem assim. Mas ela insistiu com um “é você mesmo!”.

Não consegui rejeitar o convite da garota e nem me arrependo, mas depois que tudo acabou nunca me senti tão sujo. Apesar de ser uma pessoa boa que sempre considerei desde que a conheci, até o pessoal da república me olhou meio torto depois, e apesar de me sentir sujo, bem que eu não achei ruim.

A verdade é que agente nunca vai esperar que uma caloura incronhenta que acabou de ser escolhida, vai pular no seu pescoço. Após tudo voltei a fazer meu compromisso.

Casualidade terça-feira, julho 7, 2009

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É estranho como sempre que quero escrever alguma coisa neste blog, a primeira frase que sai é “É estranho como…”, sempre apago a oração e recomeço a escrever perdendo a idéia do que escreveria antes.

Sai da prova de Estatística hoje e fui para o RU, particularmente nunca vi aquele lugar tão vazio numa terça-feira.

Ao passar pela roleta deparei com uma garota, eu tinha a impressão de que a conhecia de algum lugar, mas como não era certeza, fiquei na minha. Então ela olha para traz e me cumprimenta realmente o rosto era familiar, mas não tinha nenhuma idéia de onde era.

Normalmente eu ficaria de boa e cada um seguiria seu caminho, mas a garota começa a puxar papo. Era uma garota muito bonita, sua voz dava uma atraente impressão de timidez (apesar de ela ter puxado assunto).

Durante a fila e almoço conversamos bastante e nos conhecemos melhor, o assunto rendeu tanto que mais falávamos do que comíamos (Percebi isso quando olhei a hora e vi minha bandeja quase cheia).

Nossos caminhos para casa eram os mesmos (pelo menos metade dele), acabamos de almoçar fomos andando, ela era bastante atenciosa e um tanto meiga. Chega a hora da despedida, de relance acho que vi uma aliança no seu dedo (não sei porque não reparei nisso antes), acho que ela só queria uma companhia para almoçar.

Pausa quarta-feira, julho 1, 2009

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O post anterior foi inspirado em uma cena de direção de Nayara Vieira, com o texto de Tennessee Williams (Fala comigo doce como a chuva) , que vi ontem.

Tentei passar no texto o que segundo a minha interpretação o que sentia uma das personagens , combinando com a imagem e coisas que passavam pela minha cabeça enquanto assistia a cena.

Afeto terça-feira, junho 30, 2009

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Sempre gostei muito da chuva, independente de como ela estivesse caindo, leve ou pesada, sempre soava como música aos meus ouvidos. Mas nesse dia de fato ela me incomodara um pouco.

Acordei, teto não familiar, minha cabeça ainda girava um pouco, ressaca. Senti uma pontinha de felicidade ao vê-la sentada em a mesa próxima a cama, ela estava esperando que eu acordasse, com a cara que ela estava, já esperava há muito tempo.

A janela estava aberta, mas com o tempo chuvoso, não dava para ter noção das horas. Perguntei que horas eram e ela me respondeu “É domingo”. Ela realmente não tinha noção do tempo que já estava ali. Disse que cheguei quando saiu pra me procurar.

Quis saber se ela havia recebido o cheque do seguro desemprego, mal me lembrava que havia deixado para ela junto a um papel com um número de telefone. Ela disse que ligou, mas não entendia nada que eu dizia por conta do barulho alto no local, só escutava alguém dizer “vem pra cá”.

Perguntou por onde estive, travei, flashs vinham a mim em meio a dor de cabeça insistente, tentei me explicar e acabei me sentindo ridículo ao falar para ela, realmente as pessoas fazem coisas inimagináveis com os bêbados inconscientes nesta cidade, acendi um cigarro.

Resolvi mudar de assunto e pedi um copo de água. Ainda sentada, encheu um copo e ergueu o braço em direção a mim. Esperava que ela tivesse um pouco de misericórdia comigo e o levasse até mim. Ela realmente estava insatisfeita.

Levantei para pegar o copo, me aproximei dela, coloquei o cigarro ainda aceso em um cinzeiro em cima da mesa, peguei o copo na mão dela e bebi. Coloquei-o de volta a mesa e perguntei como ela estava em meio a uma sutil investida. Eu realmente sentia saudades, já se passara tanto tempo e ela nunca me procurou de novo. Acho que ela se sentia da mesma forma, mas se esquivou.

Saiu de perto de mim e foi para a janela, dizendo que queria viajar só. Voltei para a cama e fiquei a prestar atenção ainda sonolento. Ela falou que usaria um nome falso e viveria em um hotel, com a segurança de receber cheques mensais, com uma velhinha que faria tudo por ela, e viveria ali sem nunca mais esperar por alguém, até que se passassem uns 50 anos, e viveria feliz assim, era interessante como a nuvem de fumaça de cigarro sobre sua cabeça parecia com aqueles balões de imaginação que existia nos desenhos animados.

Foi quando se deu conta de sua viagem e a vi cair em depressão de novo. Levantei para acalmá-la e ela resistiu me jogando contra a mesa, sentei na cadeira e a vi deitando sobre a cama. E me chamar.

Pensei mais uma vez se valeria a pena continuar com isso.

Nunca havia pensado em um abraço daquele, depois de todo esse tempo e tudo que havia acontecido. Um sorriso, a chuva nem me incomoda mais.

Orientação segunda-feira, junho 29, 2009

Posted by Brayan Neves in Nada.
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Últimos dias de aula, provas finais, férias, festival de inverno. Ia escrever hoje algo sobre o período que passou, mas acabei perdendo o foco.

Agente assusta e já passou o período. Um pouco turbulento, diga-se de passagem, mas muito proveitoso. Já perceberam como sempre falamos “passou tão rápido”, mas na verdade quando você para pra pensar tudo que aconteceu nesse espaço de tempo, não foi tão rápido assim.

Nunca pensei que algum dia entraria para a “vida política”. Foi uma experiência totalmente diferente do que já havia passado. Conheci tanta gente interessante esse período, em especial a galera da chapa Reforma.

Uma amizade que acho que não acabará tão cedo. Na verdade foi emocionante como tudo começou, o porque cada um estava ali, traçamos objetivos juntos (muitos deles alcançados o que foi muito bom), as reuniões que varavam as madrugadas em meio a pipocas e sucos artificiais.

Nostálgico? É acho que sim, e não acabará tão cedo, o principal motivo: estávamos ali, sabíamos que estávamos fazendo e tínhamos objetivos. E o mais importante, ainda temos.

Apesar de perder as eleições, tem muita coisa que dá pra fazer com a união da galera.

Sinto que algo ficou para trás.

Sociabilidade quinta-feira, junho 25, 2009

Posted by Brayan Neves in Nada.
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Às vezes simplesmente na loucura (talvez), de “saco cheio” de não estar fazendo nada de útil em casa, bebemos um pouco e descemos para o centro em busca de uma festa qualquer.

Estava pensando em escrever aqui, algo sobre a noite passada, talvez apenas por empolgação de ter criado um blog, não que não tenha sido interessante à noite, na verdade um pouco peculiar.

Encontrei por lá pessoas que não imaginava nunca encontrar em qualquer lugar de Ouro Preto, se não na faculdade. Conheci pessoas novas, tirei conclusões sobre velhos conhecidos e fiz o que tinha que fazer.

Certa coisa que me incomoda é o orgulho que o ser humano tem às vezes, e vi isso se manifestar de várias formas ontem à noite, uma delas foi de uma pessoa que estava comigo e disse “eu vi ela ali”, falei para ele ir e conversar com ela e ele respondeu, que ia fazer que não a tinha visto pra ver o que acontecia.

A noite foi passando e a festa se dissipando. Era óbvio que certa hora um ia dar de cara com o outro, mas já seria tarde e sem motivo pra fazer mais nada.

Ao longo da noite, já dava pra perceber que ela já tinha visto ele e que ela sabia que ele sabia da presença dela, e cada um dos dois dançavam como se estivesse sozinho na festa.

Mas foi exatamente do jeito que falei, se não me engano já passava das quatro e os seguranças estavam mandando o pessoal embora e já era inevitável que os dois se encontrassem ali, nem que fosse na saída.

Na realidade não sei o que aconteceu do outro lado, mas o orgulho dos dois transformou o final da noite deles em apenas um simples “Oi e tchau.”

Vai entender…